terça-feira, 15 de setembro de 2026
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Bernadette Peters 1st Album
Original released on LP MCA 3230 (US, 1980)
Bernadette's debut album in 1980, titled “Bernadette Peters” contained 10 songs, including "If You Were the Only Boy", "Gee
Whiz" (a Top 40 hit single), "Heartquake", "Should've Never
Let Him Go", "Chico's Girl", "Pearl's a Singer",
"Other Lady", "Only Wounded", "I Never Thought I'd
Break" and "You'll Never Know". The original cover painting by
Alberto Vargas was one of his last works, created at the age of 84. According
to The New York Daily News, Peters «persuaded him to do one last 'Vargas Girls'
portrait... She just went to his California retreat, asked him to do one more,
he looked at her and said, 'You ARE a Vargas girl!'» She kept the original
painting. Rolling Stone magazine wrote of her debut album:
But the best cuts are in between. "Other Lady," written by Lesley Gore(!) with Ellen Weston, tackles an age-old problem with... devastating eloquence... and Peters delivers it with the proper brooding introspection. Allen's compositions, "Only Wounded" (co-written with Carole Bayer Sager) and the torchy "I Never Thought I'd Break" (co-written with Dean Pitchford), feature the finest singing on the LP...the unusual absence of airbrushing echo places heavy demands on the chanteuse's sultry soprano. That Bernadette Peters rises to the occasion makes her performance that much more impressive.»

terça-feira, 4 de novembro de 2025
DONOVAN ~ ANTHOLOGY 6
This Donovan's Anthology ends here. Six CDs totalizing 8 hours and containing 145 songs, from 1964 to 1981
quinta-feira, 15 de outubro de 2020
DIRE STRAITS: "Making Movies"
quarta-feira, 7 de outubro de 2020
FREDERICO DE FREITAS: "Dança Da Menina Tonta" / "Suite Medieval"
domingo, 13 de setembro de 2020
RUI VELOSO: OS Vês Pelos Bês
Sobre Rui Veloso já tive a oportunidade de ler as opiniões
mais díspares. Lembro-me aqui há alguns anos, num comentário a um post inserido
no blog YéYé do meu amigo Luís Pinheiro de Almeida, de alguém o apelidar, e
cito, «o António Calvário do cavaquismo, assim uma espécie de cantor do
regime!» No polo oposto, quantas vezes a designação de “Pai do Rock Português”
não lhe foi já concedida? É por demais sabido que extremismos nunca levarão
nada a bom porto. E se apenas por maledicência se pode conotar o Rui Veloso com
o nacional-cançonetismo (o que até pode não ser um insulto, pois mesmo dentro
desse género musical existem coisas muito interessantes e de
qualidade), já o cognome de “Pai do Rock Português” só poderá ser atribuído por
ignorância. Como diria o meu amigo José Forte, «Rui Veloso é tanto pai do rock
português como o Elvis Presley é o rei do rock ‘n’ roll». Com o devido
distanciamento, é claro. Aliás, sendo o Rock um tipo de música marginal e
irreverente, nunca lhe consegui vislumbrar “sangue azul” ou atribuir sequer uma
ascendência legítima. Pelo contrário, sempre o vi mais como que um bastardo
filho-da-mãe, fruto acidental de uma noitada de copos e devaneios.
Há quem também tente justificar o êxito do Rui Veloso com as
condições propícias em que ele apareceu. Económicas, sociais e culturais. Não
partilho dessa opinião. É verdade que os tempos têm a sua influência, mas penso
sinceramente que Rui Veloso seria sempre Rui Veloso e que a sua qualidade se
imporia de qualquer modo, independentemente da altura em que aparecesse, contra
ventos e marés e arautos da desgraça. A propósito, vale a pena reler o que
escreveu em tempos o saudoso Daniel Bacelar, um dos pioneiros, no início da década de 60, do Rock
cantado em português (e se o Rui Veloso fosse efectivamente o “Pai do Rock
Português”, o Daniel seria provavelmente o “Avô”): «A minha opinião vale o que vale mas continuo a achar que no
meio de muita coisa má que apareceu no chamado novo Rock dos anos 80, apareceu
muita coisa boa que como de costume desapareceu (as pessoas têm de ganhar a sua
vida por outros lados) e também apareceu o excepcional. Incluo o Rui nesta
última classe, pois acho-o um artista completo (extraordinário guitarrista, uma
voz expressiva e rica, e um compositor cheio de talento). O que lamento é a
nossa capacidade tão portuguesa de destruir aquilo que é bom (a nossa inveja é
uma doença que nos consome até á destruição total que aí vem em passo acelerado
) em vêz de acarinhar e divulgar o que há de bom nesta terra.»
2009 - Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico (CD+DVD)
2012 - Rui Veloso e Amigos
terça-feira, 28 de julho de 2020
PETER GREEN: "SAME OLD BLUES"
Peter Green (born Peter Allen Greenbaum, 29 October 1946, in Bethnal Green, London) is a British blues-rock guitarist and founder of the band Fleetwood Mac. A figurehead in the British blues movement, Green inspired B. B. King to say, «He has the sweetest tone I ever heard; he was the only one who gave me the cold sweats.» Eric Clapton and Jimmy Page have both lauded his guitar playing as well. Green's playing was marked with a distinctive vibrato and economy of style. Though he played other guitars, he is best known for deriving a unique tone from his 1959 Gibson Les Paul - a result of the magnet of his guitar's neck pickup being accidentally reversed to produce an 'out of phase' sound. The Les Paul would come to be referred to as Green's "magic guitar" but Green told Guitar Player in 2000 that «I never had a magic one. Mine wasn't magic...It just barely worked.» Green was ranked 38th in Rolling Stone magazine list of the "100 Greatest Guitarists of All Time" (in Wikipedia)
This double CD set reunites the essential songs Peter Green recorded in his first comeback after being diagnosed with schizophrenia in the early seventies (he spent all the mid seventies in treatments and inside a psychiatric institution in London). After 6 albums ("In the Skies", 1979; "Little Dreamer, 1980; "Whatcha Gonna Do?, 1981; "Portrait", 1981; "White Sky", 1982 and "Kolors", 1983), he suffered a relapse and went down again, until 1990.segunda-feira, 27 de julho de 2020
PETER GREEN: "Little Dreamer"
When Peter Green issued "Little Dreamer" in 1980, it was the second straight year he had released an album after a nine-year gap. Fairport Convention drummer Dave Mattacks must have wondered what he had gotten himself into because the opener, "Loser Two Times," ais almost as close to disco as the Rolling Stones got with "Miss You." Green continues in a funky vein with "Momma Don'tcha Cry," as if shaking off the cobwebs and actually trying to pay attention to the current scene. He goes right back to his roots on the album's third tune with "Born Under a Bad Sign" and stays with blues derivatives the rest of the way. The album-ending title track sounds like a seven-minute version of the dreamy Green tune "Albatross," a hit for Fleetwood Mac in the '60s. Sounding more confident than on his comeback album, he seems more like the Greeny of old, although the move toward funk didn't really suit him. (Mark Allan in AllMusic)terça-feira, 21 de julho de 2020
RUI VELOSO: "Ar De Rock"
Em Julho de 1980, num contexto de pós 25 de abril, Portugal era um país que respirava, finalmente, liberdade e onde a mudança cultural era urgente. Rui Veloso conseguiu instalar e afirmar o rock, em Portugal, com "Ar de Rock", o primeiro grande álbum de Rock & Roll cantando em português. Ao som de "Chico Fininho", "A Rapariguinha do Shopping" e "Sei de uma Camponesa", Rui Veloso dava-se assim a conhecer ao público. Estava dado o início de uma longa e célebre carreira, com músicas que atravessaram gerações e que ainda hoje são cantadas. "Ar de Rock" foi o mote para a revolução musical em Portugal e Rui Veloso não só construiu as bases para a sua carreira de sucesso, mas também para aquilo que seria o rock em solo português. Rui Veloso tinha 23 anos quando lançou o álbum "Ar de Rock", gravado com a Banda Sonora (Ramon Galarza e Zé Nabo) e produzido por António Pinho que também escreveu a letra de 2 temas. Além de assinalar a estreia de um cantor-compositor (Rui Veloso) e de um letrista (Carlos Tê), "Ar de Rock" é um retrato do Portugal do final dos anos 1970, início de 80. As fotos da capa são da autoria de Luís Vasconcelos, pai da artista plástica Joana Vasconcelos, na altura também fotógrafo da Valentim de Carvalho. "Ar de Rock" veio arejar definitivamente o panorama da música portuguesa. O single de apresentação "Chico Fininho" foi um marco na história da música rock, cantada em português, e uma inspiração para muitos novos músicos nacionais. O álbum bateu recordes de vendas, conquistou o país, provou que também era possível rockar em português e, em Setembro de 1980, valeu a Rui Veloso um convite para fazer a primeira parte do primeiro concerto dos britânicos Police em Portugal, no estádio do Restelo. O sucesso e a qualidade das músicas de "Ar de Rock", não só "Chico Fininho" mas também "Rapariguinha do Shopping", "Bairro do Oriente", "Sei de uma Camponesa" e "Saiu para a Rua", garantiram a viabilidade comercial do rock cantado em português e mostraram que a parceria Rui Veloso/Carlos Tê tinha futuro e havia de inspirar muitas gerações de músicos. (in RFM)quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Be Careful With THE MOTELS
With their second release, the Motels make steps toward a more seamless style of new wave-inflected pop. Careful kicks off with the perky, sax-driven "Danger," and there are more hits than misses. The lyrics still lean toward the darker side as on the moody, watercolor melody of the title track, but there are also moments that are pop gems like the Europop-styled "Bonjour Baby," the midtempo rock of "Days are O.K. (But the Nights Were Made for Love)", which features the album's catchiest hook, and the uptempo "Cry Baby." Martha Davis, with her distinctive vocals, is still the band's trump card, but this time around the band gives her a little more backing. (Tom Demalon in AllMusic)







































