sábado, 13 de fevereiro de 2016

Back To The 50's - Rockin' & Rollin' 10

BJH: "TIME HONOURED GHOSTS"

Original Released on LP Polydor PD 6517
(US, October 1975)

"Time Honoured Ghosts" sounds nice and peacefully, like an army of Graham Nash clones on a gentle autumn day. There are galore of those symphonic prog pearls here, all of them delicate and melodic, sounding still fresh today. John Lees is no slouch either on this recording with the "In My Life" with an upbeat guitar lick before turning into an athmospheric middle section ready to make a prog fan happy with its lush arrangements. I don't have a beef with "Titles", a Lees tribute to the Beatles, at least he doesn't plagiarize them, it's a respectful hommage to his heroes and i think it's well done with good taste. The majority of the BJH music is slightly pessimistic. But not always, since making a song like "Titles" is an original and funny idea. "Hymn For The Children" is another Lees gem while the closing track "One Night" goes back to Lees west-coast influences, another beautiful melody Neil Young or Stephen Stills would have been proud to create. This 2003 CD re-issue includes a version of "Child of the Universe" (from 1974's "Everyone is Everybody Else" album) originally intended as a US single release - this fine studio recording appears to have been the basis for most live renditions of this timeless classic and is a fine addition to the original LP's songs.


ALL TIME FAVOURITES - VOLUME 10

TOMMY JAMES - A CHRISTIAN OF THE WORLD


Original Released on LP Roulette SR 42062 
(US 1971)


This Tommy James' second album after the breakup of the Shondells was his most successful solo project. "Christian Of The World" is a mix of inspirational near-gospel music with harder rock 'n' roll songs. The first hit was "Church Street Soul Revival" followed by "Adrienne". While the first two singles did well, it was the third that went Top 10. "Draggin' The Line" was issued in the summer of 1971, and the persistent bass line and James' strong vocal helped make it a Top 5 hit. A fourth single from this album, "I'm Comin' Home", also did well in the fall of 1971. The genius of Tommy James is that along with his perfect radio voice and ability to construct and deliver hits, he knows how to nick riffs right and left and reformulate them to suit his compact pop essays. "Christian of the World" is another top-notch Tommy James album; unfortunetly, it has not received the critical acclaim it deserves. "Christian of the World" was a total departure from anything Tommy had ever done before. While it's true, other 'mainstream' pop and country performers had, on occasion, recorded traditional Gospel music...no other rock artist had ever attempted anything as bold as an album of new 'Christian oriented' songs. Today this genre would be called Christian Contemporary, but in 1971, the year of its release, this was unheard of.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

JAMES TAYLOR - "Mud Slide Slim And The Blue Horizon"

Original released on LP Warner Bros BS 2561
(US 1971, March 16)


James Taylor's commercial breakthrough in 1970 was predicated on the relationship between the private concerns expressed in his songs and the larger philosophical mood of his audience. He was going through depression, heartbreak, and addiction; they were recovering from the political and cultural storms of the '60s. On his follow-up to the landmark "Sweet Baby James", Taylor brought his listeners up to date, wisely trying to step beyond the cultural, if not the personal, markers he had established. Despite affirming romance in songs like "Love Has Brought Me Around" and the moving "You Can Close Your Eyes" as well as companionship in "You've Got a Friend", the record still came as a defense against the world, not an embrace of it; Taylor was unable to forget the past or trust the present. The songs were full of references to the road and the highway, and he was uncomfortable with his new role as spokesman. The confessional songwriter was now, necessarily, writing about what it was like to be a confessional songwriter: "Mud Slide Slim and the Blue Horizon" served the valuable function of beginning to move James Taylor away from the genre he had defined, which ultimately would give him a more long-lasting appeal.

RAY THOMAS 1ST SOLO ALBUM

Original released on LP Threshold THS 16
(UK/US, 1975)


Part of the first wave of solo projects to show up from the Moody Blues during their mid-'70s hiatus, Ray Thomas' "From Mighty Oaks" was a beautifully produced (some would say over-produced) record. Recorded on a grand scale, complete with orchestral passages that recall the grandest sections of the Moody Blues' "Days of Future Passed", it offers an extended showcase for Thomas' singing, and a more personal canvas than his work with the group could ever have afforded him. And if it falls a little short as a completely successful album, the production carries it across the finish line in style, and the best songs here - the highly personal "Adam and I" (about his infant son), the mystical "I Wish We Could Fly", and the '60s-style rocker "High Above My Head" - are well worth hearing, and owning. Apart from the obvious virtue of filling in the gaps in Thomas' song bag, the album also gives Moody Blues fans a chance to hear the work of Nicky James (who also collaborated with Thomas on the songwriting here), who has always been close to the Moody Blues' orbit going back to their Birmingham days, and also the contributions of Trapeze member John Jones during his stay at the Moodies' Threshold Records. Thomas' own singing lacks the power to carry some of what's here, but it's still an expressive voice, and coupled with some good songs (although obviously many of his better songs had already been used by the group), he more than justifies the effort and the album.

TIMES TO REMEMBER - VOLUME 10

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

"LET IT BE" - A Obra Maldita dos Beatles


Original released on LP Apple PCS 7096
(UK 1970, May 18)

Ainda eles! O tom desta exclamação podia variar até ao infinito, exprimir o entusiasmo mais intenso ou o aborrecimento mais profundo, consoante... consoante o quê? Consoante se seja “menino pop” ou progressista convicto? Adepto da sociedade de consumo ou do “underground”? A evolução das reacções do público em redor de cada nova obra dos Beatles são de tal modo significativas, que lembram cada vez mais a morte de um grande amor. Embora tudo isso seja relativo, pois se nos formos a fiar nos números, o grupo nunca foi tão popular. O público de que falávamos, aquele que queima hoje o que adorou ontem, não constitui mais do que uma pequena minoria. Aquele que se compõe de “conhecedores”, dos “verdadeiros amantes do pop”, aquele que está ao corrente de tudo o que se faz. Essa não julga os Beatles senão comparando-os com o que fazem os outros conjuntos, não tomando como termo de comparação apenas os mais progressistas e para afirmar que em relação a eles, os Beatles estão já ultrapassados.




É certo que eles estão ultrapassados. É certo que Jimi Hendrix ou o Lifetime de Tony Williams vão um pouco mais longe. E depois? Apesar de tudo eu defendo-os, enquanto todos os atacam, e porque o seu último album, “Let It Be”, me agrada. Sim, eu defendo-os, porque sempre fizeram música boa. Muito boa mesmo, porque continuam a ser os mestres incontestáveis da melodia “pop” e maravilhosos intérpretes, e porque, sobretudo, oh! sobretudo porque não se tomam a sério (escutem o anteentróito de “Let It Be”, aquela vózinha ridícula que anuncia: «E agora vamos tocar “Todos os anjos vieram”»). Que o conjunto não progrediu tècnicamente desde o LP “Sgt. Pepper’s”? É incontestável. E depois? Evoluiram por ventura os Stones? O mal é que sempre nos habituámos a pedir o impossível aos Beatles. Era necessário que eles tivessem permanecido os compositores que são, os intérpretes que são, e ainda que rivalizassem em virtuosismo com Jimi Hendrix ou Clapton. Enfim, eles deixaram de existir como conjunto e esta será a última ocasião que os seus detractores terão para os apunhalarem pelas costas.


Como é de “Let It Be” que queremos falar, digamos imediatamente que este disco demonstra pelo menos, cabalmente, uma coisa: que quatro Beatles juntos valem muito mais do que três Beatles separados, pelo menos. Comparado aos pobres albuns de Ringo e de Paul, este pode fàcilmente fazer figura de obra-prima. Não contém surpresas, é certo. Mas quem desconhece que o tempo das surpresas para os Beatles-grupo já passou? Escutar Paul em “Let It Be”, e escutá-lo no seu próprio album é chegar à conclusão de que ele, mais talvez do que os outros três, perdeu bastante ao precipitar a dissolução do conjunto. Cantor soberbo e compositor inspirado, brilha aqui com um singular aparato, enquanto que solitário, não é mais do que um bom artista no meio de tantos outros.




Porquê? Talvez porque os Beatles não sejam em grupo, a expressão real daquilo que são como indivíduos. Talvez porque fabricassem a quatro, com técnicas comprovadas, receitas repetidamente comprovadas, uma arte totalmente estranha à sua mentalidade e às suas preocupações de momento. Uma arte distanciada, inexpressiva, mas à qual, e é aí que intervem o milagre Beatles, o inexplicável que podemos classificar de genial, por não sabermos qual procedimento ou qual profunda sensibilidade (não pode ser outra coisa senão a consciência profissional) o grupo lograva sempre encher uma parcela de vida, um rasgo de bom humor. E é aí que intervém o paradoxo que ilustra admiràvelmente a fuga solitária de Paul: sem motivação real, a sua arte era infinitamente superior à que se propõe hoje em dia, a que se deseja ser o reflexo da sua vida sentimental.



O caso de Ringo é diferente, pois de instrumentista (e não sabemos quão inexpressivo instrumentista ele é), tornou-se cantor, mudança que exclui toda a possibilidade de julgamento. E George? É preciso esperar o seu album com Dylan para podermos falar, pois seria bastante injusto condená-lo musicalmente tendo em vista os discos que produziu. O caso de John é de longe o mais interessante, pois é o único dos Beatles a possuir uma mensagem tão forte, que consegue ultrapassar o conjunto. Existe atrás da facilidade de escrita (musical) de John, qualquer coisa que é uma poderosa motivação e que lhe permite criar sózinho (com Yoko, mas Yoko é ele), uma arte renovada, menos açucarada do que a dos Beatles, menos rica melódica e harmoniosamente, mas com um impacto mais raivoso. Ao contrário dos seus três amigos, John é frequentemente visitado pela inspiração na vida de todos os dias. Resta-nos, pelo menos, isso. Isso e “Let It Be” - disco e “souvenir” maravilhoso.

(in revista "Tempo" nº 1, Lourenço Marques, 20 de Setembro de 1970 - tradução de um artigo aparecido no nº 41 da revista francesa "Rock & Folk", em Junho de 1970 e assinado por Philippe Paringaux)



Original released on CD EMI-Apple
(UK 2003, November 18)


Trinta e três anos depois da primeira edição de “Let It Be”, apareceu no mercado este CD, intitulado “Let It Be… Naked”. Ao contrário do que a publicidade insistia em afirmar na altura, esta não é a versão “despida” do album original (as diferenças vão um pouco mais além da eliminação dos arranjos de Phil Spector...) nem muito menos a “melhor” versão. Mas vamos por partes, e recuemos um pouco no tempo.


Outubro de 1968: Acabadas as gravações dos temas que iriam constituir o chamado “White Album”, John Lennon começou a sentir a necessidade de simplificar os meios de produção e o desejo de gravar um album à moda antiga, com um som directo e básico, sem quaisquer efeitos de estúdio. Paul concordou indo ainda um pouco mais longe: e porque não filmar os Beatles em estúdio a gravarem o novo album? Meu dito meu feito, e as filmagens começaram no dia 2 de Janeiro de 1969 para virem a terminar a 30 desse mês com a famosa actuação no telhado dos estúdios da Apple, em Saville Row. Devendo inicialmente chamar-se “Get Back”, o album seria constituído pelos seguintes temas: “One After 909”, “Save The Last Dance For Me”, “Don’t Let Me Down”, “Dig A Pony”, “I’ve Got A Feeling”, “Get Back”, “For You Blue”, “The Walk”, “Teddy Boy”, “Two Of Us”, “Maggie Mae”, “Dig It”,” Let It Be” e "The Long And Winding Road”. Allen Klein, que tinha sido contratado no início de Fevereiro para tomar conta dos negócios dos Beatles, sugeriu que o filme, já rodado em 16 mm, fosse convertido para 35 mm, o que possibilitaria a sua passagem nos cinemas e não apenas na televisão. Assim, o album, que funcionaria como uma espécie de banda sonora, deveria aguardar a conclusão do trabalho para ser lançado simultâneamente com o filme.


Entretanto diversos factos iam acontecendo na vida dos 4 Beatles: Paul casa-se com Linda Eastman a 12 de Março e vai para a América em lua-de-mel; John segue-lhe o exemplo uma semana depois, desposando Yoko Ono em Gibraltar e iniciando de imediato o célebre bed-in em Amsterdam; Ringo começa a filmar “The Magic Christian”; George vai tocando em diversos albuns (de Jack Bruce, dos Cream, de Billy Preston); Paul produz o 1º album de Mary Hopkin (“Post Card”); John e Yoko começam a gravar temas para um segundo album experimental (“Unfinished Music nº 2: Life With The Lions”) e promovem a difusão, um pouco por todo o lado, do filme “Rape”, também ele experimental; são editados mais dois singles dos Beatles: “Get Back/Don’t Let Me Down” a 11 de Abril e “The Ballad of John and Yoko/Old Brown Shoe” a 30 de Maio. Tudo isto vai esmorecendo o interesse pelos temas gravados naquele mês de Janeiro (que seriam em breve difundidos em inúmeras edições piratas) e em Junho os Beatles iniciam as gravações daquele que viria ser a sua derradeira coroa de glória, o magnífico “Abbey Road”.


Dada a falta de tempo, John Lennon convida o produtor Phil Spector a criar um novo album a partir das gravações de Janeiro, alterando o nome para “Let It Be”. Spector inicia então uma pesquisa por dezenas de horas de gravações (cada tema tinha variadissimas versões), dando largas aos seus excessos criativos. O produto final acaba por ficar pronto apenas depois dos Beatles editarem “Abbey Road” a 26 de Setembro de 1969. E a primeira edição, especial (numa caixa com um livro), é editada já em 1970, no dia 8 de Maio, um mês depois de Paul ter anunciado a dissolução do grupo. As vendas não são famosas e seis meses depois, a 6 de Novembro, o album é re-editado, agora já sem o livro.


Ao longo dos anos “Let It Be” ficou sempre ligado à tristeza da separação e com o estigma do album rejeitado, do “filho ilegítimo”. E pelos vistos continua, pois esta edição de “Let It Be... Naked” (péssimo título para uma capa também ela vergonhosa) está longe de agradar a gregos e a troianos. Mas vejamos então as diferenças. De um modo geral, pode dizer-se que o som proveniente da nova remasterização é bastante superior ao original. Só que… as faixas não são exactamente as mesmas. “Maggie Mae” e “Dig It” (que funcionavam mais como separadores do que como verdadeiras canções) desapareceram, dando lugar a "Don’t Let Me Down”, na versão tocada no telhado da Apple Studios e que está a anos-luz da versão de estúdio editada em single. Todos os temas incluídos em “... Naked” são de duração inferior à do album original, em virtude de todas as introduções e finais terem sido inexplicavelmente abolidos. Não se entende muito bem esta decisão, até porque se tratava de uma imagem de marca do album original. “Get Back”, que até tem agora um som magnífico, soa como inacabada – já não termina com John a dizer «I’d like to say thank you on behalf of the group and ourselves. I hope we’ve passed the audition» e falta-lhe o verso final incluído na versão de estúdio.


“The Long and Winding Road” é uma gravação completamente diferente (julgo que se trata da versão incluída no filme). Neste caso particular penso que Phil Spector conseguiu entender melhor do que ninguém o tipo de canção que tinha entre mãos; e a introdução das cordas e dos coros veio efectivamente a enriquecer o tema, dando-lhe aquela áurea de grandiloquência do album original. Nesta versão agora editada em “... Naked”, a voz de Paul não está tão segura e o acompanhamento pura e simplesmente não resulta. Chega a parecer um ensaio para a encenação final. “Across The Universe”, pelo contrário, consegue soar bastante melhor sem os arranjos de Spector mas fica muito aquém da versão editada originalmente no album de beneficiência “No One’s Gonna Change Our World” (a mesma que figura no CD “Past Masters 2”), em Dezembro de 1969. Iniciando-se e terminando com sons de pássaros a esvoaçarem no sistema stereo, a canção tinha um trio de coros (Paul e duas vozes femininas) e um arranjo que acentuava muito mais o lado onírico da canção. “I’ve Got A Feeling” é uma nova edição, que junta duas versões diferentes, ambas tocadas no sessão do telhado e que soa também muito melhor do que o original. Finalmente “Let It Be”, que é practicamente a versão editada em single com o som bastante melhorado. Quanto aos restantes 5 temas as gravações são as mesmas do album “Let It Be”, apresentando apenas as diferenças já referidas. No final fica a sensação que muito mais poderia ter sido feito para reabilitar “Let It Be”. Deste modo, ficou-se apenas a meio caminho. 


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

I CINQUE DI ROMA AT THE POLANA, LM


Original released on LP EMI Parlophone PMCJ 12020 (1964)



This is a special collection of 24 songs from I Cinque Di Roma that have as starting point the original album "At The Polana, L.M." (only 12 tracks). Meanwhile 12 more songs were discovered and added to the original album. So, maybe you'll find some differences in the quality of the selections but I think it's fair enough to let you know all these bonus tracks. This collection was shared ten years ago on this blog, but because of many demands I thought it was time to make a new upload, and now at 768 kbps (two files).


ORIGINAL LINER NOTES:
The tourist brochures have quite a lot to say about Lourenço Marques, that little piece of Portugal in the middle of Africa. Whatever they write, it all boils down to the same thing... Atmosphere! Yes...L.M. is atmosphere... it's that "get away from it all" feeling where the charm of the continental living blends into a mellow mood of relaxation and romance.




Just like the place itself... the people of Lourenço Marques hold a fascination for the visitor... an excitement, for here is a city of fun and frolic. A place to "live it up"... and "live it up" means... The Polana... a landmark in Lourenço Marques... the tourists' paradise... where you can bask in the tropical sun... enjoy the finest continental cuisine... and hear... I Cinque di Roma... Italy's most exciting export to Africa. No visit to L.M. is complete without spending an exciting evening with these five fellas who turn an evening into an occasion. There is that continental fire in any of the host of exciting tempos in which the I Cinque di Roma specialize. The fire of the Samba, the excitement of the Bolero, the sophistication of the Cha Cha Cha and of course there is always time for twisting and the latest craze, the Bossa Nova. The evening starts with a sophistication of a night club and ends in a frenzy of a Latin American fiesta. We have captured the excitement of I Cinque di Roma, for now in your own home you can share the exhilarating musical moments and the fire of I Cinque di Roma with everyone who has been lucky enough to spend a night at the Polana. I Cinque di Roma have broadcast many times over Lourenço Marques Radio, during the late night programmes.



Os panfletos turísticos têm muito a dizer sobre Lourenço Marques, esse pequeno pedaço de Portugal no meio de África. E tudo aquilo que dizem pode resumir-se numa só palavra... Atmosfera! Sim... L.M. é atmosfera... é esse sentido do "fugir de tudo", onde o charme da vida continental se combina num misto de relaxamento e romance. Tal como o próprio lugar... as pessoas de Lourenço Marques sentem um fascínio pelo visitante... uma excitação, pois esta é uma cidade de festa e divertimento. Um lugar para "viver à grande"... e "viver à grande" significa... O Polana... um marco em Lourenço Marques... o paraíso dos turistas... onde se pode gozar o sol tropical... apreciar a melhor cozinha continental... e ouvir... I Cinque di Roma... a melhor exportação de Itália para África.




Nenhuma visita a L.M. estará completa sem se passar uma noite animada com estes cinco rapazes que a transformam num autêntico acontecimento. Existe um fogo genuíno em qualquer dos ritmos em que I Cinque di Roma se especializaram. A vibração do Samba, a excitação do Bolero, a sofisticação do Cha Cha Cha e, claro, há sempre tempo para o twist e para o último grito da moda, a Bossa Nova. A noite começa no ambiente sofisticado de um night-club e acaba no frenesi de uma festa latino-americana.



Conseguimos captar a excitação dos I Cinque di Roma, para que agora, em sua casa, possa compartilhar as divertidas músicas e a animação dos I Cinque di Roma com todos os que tiveram a sorte de passar uma noite no Polana. I Cinque di Roma têm sido transmitidos muitas vezes em programas pela noite dentro no Radio Clube de Moçambique. (Rob Vickers)