O EP (Extended-Play), também conhecido por mini-LP de 7”, tem exactamente a idade aqui do Rato, pois foi uma invenção americana de 1953, concebida inicialmente com a intenção de recuperar dinheiro em edições de albuns não muito rentáveis. Percebe-se a jogada: um album que tinha por norma 12 faixas era dividido em três partes, cada parte com 4 faixas cada, e a venda, mesmo por preços inferiores (mas que no total ultrapassava o preço global do album original) conseguiria reaver pelo menos parte do dinheiro perdido.
Só que... por qualquer razão alheia ao marketing ianque, a coisa não pegou nos Estados Unidos e rapidamente se tornou num formato obsoleto. Não foi isso no entanto o que aconteceu na Europa, com a França e a Inglaterra à cabeça. Tendo os primeiros exemplares aparecido logo em 1954, o novo formato começou a desenvolver-se progressivamente e no fim da década de 50 a sua popularidade era já notória. As vendas não paravam também de subir e em 12 de Março de 1960 o jornal de música britânico Record Retailer & Music Industry News inaugurava as tabelas semanais de vendas do novo formato (nessas primeiras semanas os lugares cimeiros foram ocupados, primeiro pelo Cliff, com o EP “Expresso Bongo”, e depois pelo Elvis, com o EP “Strictly Elvis”), as quais se manteriam até Dezembro de 1967, altura em que o Long Playing destronara já por completo os dois formatos de 45 rotações, o single e o EP. Estes formatos ainda chegariam aos nossos dias, experimentando diversas inovações, mas o seu tempo áureo acabou efectivamente nos meados da década de 60. No entanto, o seu valor como objecto coleccionável nunca esmoreceu, sendo hoje mais apetecível do que nunca, sobretudo nos escalões etários mais velhos, no fim de contas os teenagers da geração de 60 que nesses anos os utilizavam no dia-a-dia quer para audição em gira-discos mais ou menos portáteis quer mesmo para decoração de paredes, juntamente com outros artefactos da época. Ah, e sempre constituiram óptimos presentes para amigos e familiares...
Só que... por qualquer razão alheia ao marketing ianque, a coisa não pegou nos Estados Unidos e rapidamente se tornou num formato obsoleto. Não foi isso no entanto o que aconteceu na Europa, com a França e a Inglaterra à cabeça. Tendo os primeiros exemplares aparecido logo em 1954, o novo formato começou a desenvolver-se progressivamente e no fim da década de 50 a sua popularidade era já notória. As vendas não paravam também de subir e em 12 de Março de 1960 o jornal de música britânico Record Retailer & Music Industry News inaugurava as tabelas semanais de vendas do novo formato (nessas primeiras semanas os lugares cimeiros foram ocupados, primeiro pelo Cliff, com o EP “Expresso Bongo”, e depois pelo Elvis, com o EP “Strictly Elvis”), as quais se manteriam até Dezembro de 1967, altura em que o Long Playing destronara já por completo os dois formatos de 45 rotações, o single e o EP. Estes formatos ainda chegariam aos nossos dias, experimentando diversas inovações, mas o seu tempo áureo acabou efectivamente nos meados da década de 60. No entanto, o seu valor como objecto coleccionável nunca esmoreceu, sendo hoje mais apetecível do que nunca, sobretudo nos escalões etários mais velhos, no fim de contas os teenagers da geração de 60 que nesses anos os utilizavam no dia-a-dia quer para audição em gira-discos mais ou menos portáteis quer mesmo para decoração de paredes, juntamente com outros artefactos da época. Ah, e sempre constituiram óptimos presentes para amigos e familiares...
Alguns dados das tabelas inglesas:
- Eps com mais semanas nos charts:
1. “The Shadows To The Fore” (Shadows) ex-acquo com
“Nina & Frederik nº 1” (Nina & Frederik) – 115 semanas
3. “South Pacific” (OST) – 87 semanas
4. “The Shadows nº 1” (Shadows) – 86 semanas
5. “Hits” (Beach Boys) – 84 semanas
- Eps com mais semanas em 1º lugar:
1. “Hits” (Beach Boys) – 34 semanas
2. “The Shadows To The Fore” (Shadows) – 28 semanas
3. “Four Top Hits” (Four Tops) – 22 semanas
4. “Twist and Shout” (Beatles) ex-acquo com
5. “Five By Five” (Rolling Stones) – 21 semanas
- Intérpretes com mais semanas nos charts:
1. Shadows – 481 semanas
2. Cliff Richard e Os Shadows – 413 semanas
3. Beatles – 405 semanas
4. Elvis Presley – 383 semanas
5. Seekers – 170 semanas
- Intérpretes com mais semanas em 1º lugar:
1. Shadows (incluindo 10 semanas com o Clif Richard) – 69 semanas
2. Beatles – 63 semanas
3. Elvis Presley – 45 semanas
4. Rolling Stones – 37 semanas
- Eps com mais semanas nos charts:
1. “The Shadows To The Fore” (Shadows) ex-acquo com
“Nina & Frederik nº 1” (Nina & Frederik) – 115 semanas
3. “South Pacific” (OST) – 87 semanas
4. “The Shadows nº 1” (Shadows) – 86 semanas
5. “Hits” (Beach Boys) – 84 semanas
- Eps com mais semanas em 1º lugar:
1. “Hits” (Beach Boys) – 34 semanas
2. “The Shadows To The Fore” (Shadows) – 28 semanas
3. “Four Top Hits” (Four Tops) – 22 semanas
4. “Twist and Shout” (Beatles) ex-acquo com
5. “Five By Five” (Rolling Stones) – 21 semanas
- Intérpretes com mais semanas nos charts:
1. Shadows – 481 semanas
2. Cliff Richard e Os Shadows – 413 semanas
3. Beatles – 405 semanas
4. Elvis Presley – 383 semanas
5. Seekers – 170 semanas
- Intérpretes com mais semanas em 1º lugar:
1. Shadows (incluindo 10 semanas com o Clif Richard) – 69 semanas
2. Beatles – 63 semanas
3. Elvis Presley – 45 semanas
4. Rolling Stones – 37 semanas
5. Beach Boys – 34 semanas
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