sábado, 29 de maio de 2010
EP GALLOTONE XEP 7195 (SA, 1963)
quarta-feira, 4 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
EP Coronet SCEP 4001 (SA, 1969)
Único EP editado em 1969 por este grupo laurentino (designação dos naturais de Lourenço Marques, o equivalente aos alfacinhas lisboetas) que nesta altura era constituído pelo Carlos Nelson (vocalista), Chico Pereira (viola baixo), Helder Matias (viola solo), Jorge Montenegro (organista) e Carlos Alberto Silva (bateria). Pouco tempo depois deste disco se tornar um sucesso local, o vocalista foi substituído pelo Carlos Duarte e o teclista pelo João Maurílio. Esta última formação foi obrigada a alterar o nome para Os Impacto, devido ao Carlos Nelson ter ficado com os direitos de utilização do nome original. Constitui por isso um novo grupo com o mesmo nome, com o qual vem a gravar um single em 1970: “You're Much Too Proud”. Entretanto Os Impacto começam a tocar com grande êxito na boite do Hotel Girassol, entre 1969 e 1970, mas não chegam a gravar qualquer disco.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
"ONDA POP" FAZ 40 ANOS!

No almoço, e para além dos membros fundadores, estiveram diversos nomes ligados à música moçambicana dos anos 60: o Juka dos Opus 69, o Mário Frerreira, dos Night Stars, o João Maurílio dos Impacto e AEC68 e ainda outros de que de momento não me recordo o nome. Marcou também presença o José Manuel Santos, que escreveu muitas das letras das canções da Techa e do Luís Filipe Arriaga.
Tratou-se portanto de um animado convívio, com cerca de 50 pessoas, onde não faltou o verdadeiro caril de camarão à moçambicana (com o tradicional molho à piri-piri), ou o dono do restaurante, Hernani Muñoz (sobrinho da grande actriz Eunice Muñoz), não fosse, também ele, nascido em Moçambique. Nos altifalantes, durante todo o repasto, apenas se ouviu música desses gloriosos anos, quer de Moçambique quer da África do Sul.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
KANIMAMBO
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
AI VALENTIM, VALENTIM...
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
EP Parlophone LMEP 1331 (PT, 1966)
No início da década de sessenta José Muge e António Policarpo formam o primeiro alinhamento dos “Oliveira Muge” ainda em Portugal, nos arredores de Ovar, onde dão muitos espectáculos ao vivo. Chegam a ir aos estúdios da TV no Monte da Virgem, em Gaia, onde actuam num programa em directo.
Pouco depois, em 1962, partem para Moçambique onde em Vila Pery constituem a formação definitiva do grupo. Começam a ser conhecidos, sobretudo por abrilhantarem bailes em diversas localidades, incluindo a capital, Lourenço Marques.
Um convite da televisão rodesiana leva-os a percorrer 400 kms para se apresentarem em directo no “Seven Three Oh Show”, um programa transmitido em horário nobre. Os convites sucedem-se a um ritmo regular e o Conjunto de Oliveira Muge começa a afirmar-se cada vez mais, quer em actuações em hoteis e clubes da cidade de Salisbury quer também na própria televisão rodesiana (convém aqui recordar que nesses tempos não havia televisão em Moçambique, por tal nunca ter sido autorizado pelo Governo Central).
Em 1965, após uma temporada no “Grill Room” do New Stanley Hotel, em Nairobi, no Quénia (país onde também actuam na televisão local) regressam a Vila Pery. Nesse ano têm o primeiro contacto com um estúdio de gravação: na cidade da Beira, nos estúdios da Rádio Aero Club, gravam os primeiros temas, ainda num estilo muito amador e em condições um tanto ou quanto precárias. O resultado não é muito animador mas serve-lhes de experiência para se poderem lançar a vôos mais altos.
Essa oportunidade surge logo a seguir, em 1966. Destino; África do Sul. Nos estúdios da EMI, em Johannesburg, gravam o tão ansiado disco de estreia profissional, onde incluem o tema original “A Mãe”, da autoria de António Policarpo. O êxito supera as expectativas mais optimistas ultrapassando todas as fronteiras.
No ano seguinte voltam a Johannesburg para a gravação de mais dois EP’s e em 1968 é o regresso a Portugal, às origens, acedendo a diversos convites para actuarem em bailes do Carnaval de Ovar. De regresso a Moçambique e embora não tenham gravado mais qualquer disco, o Conjunto de Oliveira Muge mantém-se no activo até 1974, retornando ao continente após o 25 de Abril.














