domingo, 29 de outubro de 2006

FEVERS: OS REIS DO BAILE


EDIÇÃO ORIGINAL EM LP LONDON LLB 1057 (1969/10)
Grupo vocal-instrumental formado no Rio de Janeiro em 1964 e inserido no movimento da Jovem Guarda, estreou oficialmente em 65, nos programas "Hoje É Dia de Rock", da TV Rio, "Chacrinha", na TV Excelsior, e "Euclides Duarte", na Rádio Mauá. Durante o auge da Jovem Guarda lançaram vários discos e foram muito requisitados em programas de rádio e televisão, festas e bailes. Fizeram também backing vocals para outros artistas como Eduardo Araújo, Roberto e Erasmo Carlos. O grupo continua em plena atividade hoje em dia, consolidando-se como um dos mais duradouros do rock brasileiro.

6 comentários:

furyanimal disse...

Boa qualidade.Publiquei no meu blog MUSICNEWS seis cds do período 1969 a 1975 desta excelente banda.
E na proxima semana 1966 a 1967.
Todos remasterizados de excelente qualidades lançados pela EMI-ODEON.
Estes lançamentos movimentou todos os colecionadores que apressaram-se a comprar o pacote, que infelizmente as gravadoras já não dispõem no seu acervo para venda.
Hoje estes cds podem ser encontrados em lojas de usados.
MUSICNEWS
http://orlandivicastro.blogspot.com/

di(aphanous disse...

Thanks a lot, dear Rato, and for the unforgetable Nat King Cole.

Could you please confirm that track #12 of The Fevers was exactly so written on the original LP? This title is from "West Side Story" [!], you see, but the tune is indeed from the film "Romeo and Juliet" by Franco Zeffirelli (i.e. Nino Rota's song What is a Youth, at the ball scene).

I'm just curious about this strange combination of the two, particularly as both songs had original English titles & lyrics anyway. -- Y

di(aphanous disse...

Sorry to have bothered you, meu amigo.
Right after publishing my comments I went and cheched the tracklist at that "other" site: No doubt, the fault lays with the original LP. It's a mystery to me how (and/or why) they have mixed up those two different films...

Rato disse...

Olá Orlando
Os Fevers são uma banda que eu não tinha em grande consideração por os identificar com um certo tipo de música popularucha (aqui em Portugal se apelida de "música pimba"). Agora que estou a ouvir melhor os albuns do grupo, chego à conclusão que essa ideia está correcta até certo ponto, pois considero que a partir do início dos anos 70 a novidade e também a ingenuidade das versões deram rapidamente lugar a aberrantes vulgaridades. Foi por isso que coloquei aqui este album de 69, que considero o "ponto de viragem": são 12 temas todos eles óptimos, ao contrário dos albuns posteriores, dos quais só consegui seleccionar parte das faixas. E a partir de 72, então, é tudo bastante ruim.
Folgo saber que você vai colocar os albuns mais antigos, de 66 e 67, de que só conheço alguns temas, nunca os ouvi do princípio ao fim. E o 3º, de 1968? Parece-me também que seria uma boa aposta, olhando para os temas que lá vêm incluídos. Ficam a faltar os dois compactos de 65, bem como todos os albuns que Os Fevers gravaram sob pseudónimo: Supersónicos, Milionários, Cardinale... Seria muito interessante conseguir ouvir todas estas raridades.
Um abraço

zecalouro disse...

Rato,

Aproveitei essa nossa missão Fevers e ouvi novamente o LP de 1973 que descobri hoje ter disponível em vinyl na casa dos meus pais. É um album pós 72, não tão bom como você mesmo disse, mas com um significado bastante pessoal para mim.

Obrigado por ter me lembrado dos Fevers, banda que tenho um grande carinho.

Se precisar de uma task-force para conseguir os Supersonicos, Milhonários e Cardinales é só falar. Estamos aí!

Abraços, zecalouro

Rato disse...

Ah claro, Zeca, seria muito bom conseguir os albuns dos pseudónimos dos Fevers. Até porque são todos dos anos 60 que, como disse, julgo ser a melhor época do grupo.
Mas à parte destes nomes mais sonantes, há tanta tanta coisa boa daqueles tempos que muito em breve vou continuar a coleção de que já coloquei um 1º volume há muitos meses atrás, a que chamei precisamente de "Jovem Guarda".
Será que no Brasil não são re-editadas estas preciosidades dos sessenta? Espero que as editoras brasileiras não sejam tão embrutecidas como as portuguesas que nem o ganho fácil sabem procurar...
Abraço

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