domingo, 20 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
BRENDA LEE: ANTHOLOGY

The best selling
female pop vocalist of the early to mid 1960s, Brenda Lee was an international
megastar who sold over 100 million records (she was voted Best Female Vocalist
by the New Musical Express for five consecutive years) all before she was 21. And
while it is true to say she showed a preference for recording ballads in order
to reach the greatest number of records buyers, she also possessed one of the
toughest rock 'n' roll voices of the era - The greatest according to John
Lennon.sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
EP ALVORADA HISPAVOX H 11093 (PT, 1964)
Quatro temas cantados em português por Karina, nome
artístico de Maria Isabel Bárbara Llaudés Santiago, nascida em Jaén, Espanha,
em 1943. Iniciou-se na carreira musical ainda muito jovem, tendo recebido aulas
de piano e guitarra enquanto estudava. Estreou-se na Televisão em 1963, no
programa “Escala en Hi-Fi”, pela mão de Fernando Garcia de la Vega, que a
lançaria mais tarde também no cinema.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
AL CAIOLA: 30 INSTRUMENTAL DELIGHTS
Alexander
Emil Caiola (born September 7, 1920, sábado, 5 de dezembro de 2015
RITA PAVONE 1963

Edição Original em LP RCA Italiana PML 10360 (mono)
(ITÁLIA, 1963)

Rita Pavone não é somente o maior nome do rock feminino
italiano, mas é parte fundamental da história musical dos anos sessenta. Foi a
cantora italiana com carreira internacional mais bem sucedida, tendo vendido
mais de 35 milhões de discos em todo o mundo, cantando em italiano, inglês,
alemão, espanhol e francês. Rita nasceu em Torino, ao norte da Itália, em 23 de
Agosto de 1945, e desde cedo demonstrou aptidões para a música e o teatro.
Primeiro, pela sua incrível habilidade em chorar de forma escandalosa, sem parar,
sempre que tinha vontade. Em seguida, quando a menina revelou o seu talento
precoce para cantar. Em 1962, venceu a primeira edição do Festa Degli
Sconosciuti (Festival dos Desconhecidos), um concurso de talentos organizado
pelo já famoso cantor Teddy Reno, que mais tarde se tornaria seu marido e
empresário. Neste festival, Rita foi destaque e imediatamente assinou o seu
primeiro contrato com a RCA Itália, onde gravou seu primeiro single "La
Partita Di Pallone", que vendeu um milhão de cópias. A sua popularidade
aumentou, consolidando-se através de constantes aparições no programa de
televisão Studio Lino, o maior espetáculo musical italiano dos anos sessenta.
Lá se lançaram inúmeros astros como The Rokes, Edoardo Vianello, Patty Pravo,
Michelle, Equipe 84, entre outros. Em 1963, gravou o seu segundo disco
"Come Te Non C'è Nessuno", que lhe abriu as portas para o mundo
inteiro. Desde então, Rita gravou em vários idiomas e entrou nas paradas da
Espanha, Alemanha, Inglaterra, Japão e toda América do Sul, tendo excursionado
em diversas tournês mundiais. No mesmo ano, estreou-se no cinema, onde também
desenvolveu uma brilhante e bem sucedida carreira. A sua rápida ascensão foi
impulsionada pelas seis participações, entre 1965 e 1970, no programa Ed
Sullivan Show, o mesmo programa que impulsionou as carreiras de Elvis Presley e
dos Beatles. Ao longo de sua carreira, colaborou com artistas renomados como
Diana Ross, Ella Fitzgerald, Duke Ellington, Tom Jones, The Supremes, Paul Anka
e The Beach Boys.quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
SERGE REGGIANI: 1968 >>> 1982
Serge Reggiani deve o seu apelido à sua terra natal, Reggio d’Émilie, perto de Parma, em Itália, onde nasceu a 2 de Maio de 1922. Nesse mesmo ano, a 29 de Outubro, depois da “marcha sobre Roma” dos camisas negras, Benito Mussolini chega ao poder pela mão do rei Victor-Emmanuel III. Os pais de Reggiani, operários modestos mas antifascistas convictos, não aguentam muito tempo a rápida implantação da nova situação política e em Novembro de 1930 emigram para França, onde, no ano seguinte, se instalam definitivamente em Paris. Passados alguns anos Serge inscreve-se no Conservatório das Artes Cinematográficas (onde recebe, em 1938, o 1º prémio de comédia) e em seguida no Conservatório de Arte Dramática. É ainda neste final dos anos trinta que se inicia no Teatro e também no Cinema, onde irá participar em mais de 70 filmes, alguns dos quais pertencentes, por direito próprio, à história da Sétima Arte: “Les Portes de la Nuit” (Marcel Carné, 1946), “La Ronde” (Max Ophuls, 1950), “Casque d’Or” (Jacques Becker, 1952), “Il Gattopardo” (Luchino Visconti, 1961) ou “L’Armée des Ombres” (Jean-Pierre Melville, 1969).
Já nos meados dos anos 60 inicia-se como intérprete na canção francesa, graças ao casal Yves Montand / Simone Signoret, de quem se torna amigo inseparável, e sobretudo a Jacques Cannetti, o director artístico mais em voga na época, e também íntimo do casal Montand. O 1º album é editado em 1964, “Serge Reggiani Chante Boris Vian”, sendo bem acolhido pela crítica e pelo público. Dois anos depois, em Dezembro de 66, a cantora Barbara, seduzida pelo seu album de estreia, leva-o como artista convidado a fazer a primeira parte do seu recital no Bobino de Paris. Depois ensina-o a trabalhar melhor a voz, ao mesmo tempo que o apresenta a Georges Moustaki. O resultado é a edição de um 2º album, em 1967. O eclodir de Maio de 68 em Paris torna Serge Reggiani num dos artistas mais queridos da juventude, devido às suas fortes conotações com as políticas de esquerda. Tem já 46 anos quando finalmente se estreia como vedeta principal no Bobino. É o início, tardio, de uma das figuras mais marcantes da Canção Francesa. Esta Antologia, fundamental, reúne em dois discos 47 das melhores canções que Serge Reggiani nos deu a conhecer (ou a redescobrir, como no caso das muitas canções de Moustaki que interpretou) ao longo da sua vida. O período abrange 15 anos (de 1968 a 1982) e representa sem dúvida o expoente máximo da sua criatividade.
A vida pessoal do cantor teria uma vertente trágica quando o filho Stéphan se suicida em 1980, apenas com 35 anos de idade. Segue-se um período de grande depressão e um regresso ao alcoolismo que já o havia atormentado alguns anos antes. Mas pouco a pouco, com a ajuda dos amigos, Reggiani volta ao trabalho e ao seu público, brindando-o com um grande espectáculo no Olympia de Paris no ano seguinte. Em 1984 edita o seu último album de originais, “Elle Veut”, na etiqueta Polydor e cinco anos depois assina novo contrato coma editora Tréma, onde serão publicados mais 8 albuns até ao ano 2000. Em 1997 regressa à terra natal, onde dá um espectáculo emocionante, e antes do final do século volta também aos palcos em Paris. Em 2002 numerosos nomes da canção (Birkin, Bruel, Renaud, Arno, Lavilliers...) fazem-lhe uma homenagem num disco intitulado “Autour de Serge Reggiani”. O album é produzido por Jean-Pierre Madet e Serge Reggiani interpreta nele um único tema, “Le Temps Qui Reste”, quase como que uma despedida. 2003 é o ano das condecorações e reconhecimentos “oficiais” por toda uma vida dedicada ao espectáculo. Em Paris dá os últimos concertos no Olympia, a 7 e 8 de Outubro, incluídos na sua derradeira digressão por terras de França. Vem a falecer a 23 de Julho de 2004, na sequência de uma crise cardíaca, aos 82 anos. Repousa no cemitério de Montparnasse.
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